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História

História de Jaguariaíva

No início do século XVII, bandeirantes paulistas e tropeiros de gado fizeram as primeiras penetrações na região que constitui o território de Jaguariaíva. Essas entradas realizaram-se através do histórico Caminho de Sorocaba que de São Paulo conduzia a Viamão, na Província de São Pedro do Rio Grande do Sul. O nome da cidade é referência ao Rio Jaguariaíva que corta o município e consta em antigos mapas cartográficos. 

Destacou-se o nome do coronel Luciano Carneiro Lobo, que em 1795 adquiriu a fazenda Jaguariaíva, propriedade rural que deu origem ao atual município. Em 15 de setembro de 1823 um Alvará Imperial elevou a Fazenda Jaguariaíva à categoria de Freguesia.

No ano de 1828, liderados por Dona Isabel e o coronel Lobo, a comunidade solicitou licença para a construção de uma capela, sob a invocação do Senhor Bom Jesus da Pedra Fria, prontamente concedida por D. Manoel Joaquim Gonçalves de Andrade, Bispo de São Paulo.


Francisco Xavier da Silva foi outro grande nome da historiografia regional, faleceu em 1829. Foi avô do dr. Francisco Xavier da Silva, governador do Paraná por várias vezes. Famílias ilustres deram continuidade ao progresso e contribuíram para a história do lugar, dentre as quais destacam-se as de Ferreira de Almeida, Mello, Fonseca, Ribas, Sampaio e Marques. Formação Administrativa 

Freguesia criada com a denominação de Jaguariaíva, por alvará de 15-09-1823 e lei de São Paulo n.º 7, de 06-09-1845, no município de Castro. 

Elevado à categoria de vila com a denominação de Jaguariaíva, por lei provincial n.º 423, de 24-04-1875, desmembrado de Castro. Sede na povoação de Jaguariaíva. Constituído do distrito sede. Instalado em 26-06-1876. a Lei Provincial nº 717 de 09/12/1882, revogou as duas leis anteriores, voltando Jaguariaíva a sua situação primitiva, mais tarde, em virtude da Lei nº 15 de 21/05/1892, o município de Jaguariaíva passou terra do mesmo nome, pertencendo a comarca de São José da Boa Vista. 

Elevado à condição de cidade, por lei estadual n.º 811, de 05-05-1908. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede. 

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 4 distritos: Jaguariaíva, Água Branca, Cachoeirinha e São José de Paranapanema. 

Pelo decreto-lei estadual n.º 6667, de 31-03-1938, o distrito de São José de Paranapanema passou a denominar-se São José. 

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituídode 4 distritos: Jaguariaíva, Água Branca, Cachoeirinha e São José. 

Pelo decreto-lei estadual n.º 199, de 30-12-1943, o distrito de Água Branca passou a denominar-se Jaguaricatu, o distrito de Cachoeirinha a denominar-se Arapoti e o de São José a denominar-se Calógeras. 

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituídode 4 distritos: Jaguariaíva, Arapoti, ex-Cachoeirinha, Jaguaricatu, ex-Água Branca e Calógeras, ex-São José. 

Pela lei estadual n.º 2, de 10-10-1947, o distrito de Jaguaricatu passou a denominar­se Bertagnoli. 

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: Jaguariaíva, Arapoti, Bertagnoli, ex-Jaguaricatu e Calógeras. 

Pela lei estadual n.º 253, de 26-11-1954, desmembra do município de Jaguariaíva os distritos de Arapoti e Calógeras. Para formar o novo município de Arapoti. 

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Jaguariaíva e Bertagnoli. 

Pela lei estadual n.º 4965, de 19-11-1964, o distrito de Bartagnoli passou a denominar-se Eduardo Xavier da Silva. 

Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 2 distritos: Jaguariaíva e Eduardo Xavier da Silva.

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